Psicoterapia

de Adolescentes

A adolescência é um período da vida repleto de mudanças, dúvidas,  aprendizados e desenvolvimento.

 

Um turbilhão de mudanças, descobertas e potencial para crescimento; acompanhado de dúvidas, inseguranças e enganos que podem fazer com que um adolescente desenvolva atitudes e pensamentos destrutivos e mal direcionados. 

 
A função da terapia (e do psicólogo) é dar ao adolescente a oportunidade de ampliar o entendimento sobre suas angústias e dificuldades , desenvolver novas perspectivas e adotar comportamentos mais construtivos.

Dúvidas frequentes

sobre Terapia Para Adolescentes

O que é a Psicoterapia Para Adolescentes?


A adolescência é um período da vida repleto de mudanças, descobertas, aprendizados e desenvolvimento da identidade. Tais mudanças são sempre acompanhadas de muita incerteza, insegurança e confusão, o que pode fazer com que o adolescente desenvolva atitudes e pensamentos destrutivos e mal direcionados.
A terapia vai trabalhar com a forma como o adolescente age, pensa e se sente em relação a sí mesmo e ao mundo que o cerca. Através desse trabalho é dada ao adolescente a oportunidade de ampliar o entendimento sobre suas dificuldades, desenvolver novas perspectivas e adotar comportamentos mais construtivos. A participação dos pais também acaba sendo de grande importância para a melhora e/ou mudanças do adolescente. Por isso, em intervalos periódicos, o psicólogo conversa com os pais para atualizá-los sobre a evolução do paciente e também orientá-los sobre como contribuir com a evolução e melhora do adolescente.




O que é a abordagem Dinâmica Breve que o psicólogo utiliza?


Para trabalhar com os adolescentes, o psicólogo se apoia principalmente nos princípios da Terapia Breve e da Psicologia Humanista. A Terapia Breve foi desenvolvida como uma alternativa às abordagens tradicionalmente mais demoradas, que analisam todo o histórico psicológico do paciente e cujo longo tratamento desgastavam ou consumiam muitos recursos financeiros. Na Terapia breve o psicólogo é mais prático e objetivo, acelerando resultados e diminuindo consideravelmentre a duração do tratamento. Nesse tipo de terapia o foco é na solução de uma demanda por vez, como por exemplo alguém que quer trabalhar sua auto-estima, melhorar as notas, acabar com as brigas em família, largar um vício ou alguma outra demanda pontual. Sendo assim, nas sessões de Terapia Breve o psicólogo aborda e analisa apenas os aspectos psicológicos relevantes e aplica as técnicas apropriadas para solucionar da maneira mais rápida e eficaz possível o problema sobre o qual vocês estão trabalhando. Caso o psicólogo perceba outras questões que necessitem atenção mas não estejam diretamente ligadas ao problema principal, ele as apresenta ao paciente que pode então decidir por abordá-las ou deixar para um momento mais adequado às suas expectativas e necessidades.




O que é a Orientação Humanista?


A orientação Humanista, também chamada de Centrada na Pessoa, é uma linha que enxerga o ser humano de uma maneira positiva. Ela parte do pressuposto que todos nós possuímos uma força interna que anseia por propósito, autorrealização e bem-estar. Quando trabalhada de maneira construtiva, essa força nos leva ao desenvolvimento de uma vida livre, criativa, saudável e gratificante. Os problemas surgem quando essa força é impedida de se desenvolver ou desvirtuada por fatores internos e externos a cada ser humano. A Psicologia Humanista é sustentada por 3 pilares: Consideração positiva incondicional: receber, aceitar e acolher todo individuo como ele é, sem julgamentos ou preconceitos. Empatia: se colocar no lugar do seu paciente, sentir o que ele sente, ver como ele vê, experimentar como é estar em sua pele para poder compreender e não julgar. Congruência: manter a objetividade profissional. Mesmo se conectando com o paciente e vendo o mundo do seu ponto de vista, o psicólogo deve ser capaz de separar a opinião do paciente de sua própria avaliação profissional, permitindo que o paciente reflita e chegue às suas próprias conclusões e decisões.




Por que os jovens de hoje em dia precisam de terapia?


A adolescência é uma fase gostosa mas também complicada, tanto para os próprios adolescentes quanto para os pais. Ela é marcada por uma torrente de novidades, descobertas, e também dúvidas, inseguranças e contradições de todos os tipos. Os adolescentes têm muitos sonhos, vontades e energia de sobra, algumas vezes sãp até "afobados" demais. Isso quando não são preguiçosos, reclusos ou deprimidos. Amam os pais e os vêm como fabulosos heróis que, de uma hora para outra, se tornam chatos mandões que não o deixam fazer nada. Afinal, os adolescentes sempre querem mais liberdade e os pais são vistos como “ditadores que insistem em impor limites”. Às vezes, tanto pais como os filhos são dóceis e compreensíveis um com o outro, às vezes a incompreensão, o conflito e o distanciamento regem a relação. Abaixo, vemos alguns fatores que geram conflitos aos adolescentes, fazendo com que a ajuda de um psicólogo seja necessária: Os hormônios e suas imprevisiveis consequências. Na adolescência o corpo se desenvolve. Quadris, seios e a chegada da menstruação para as meninas. Barba, músculos e mudança de voz para os meninos. Espinhas, pêlos e libido para todo mundo. A descoberta da sexualidade acontece. A masturbação, experimentações, definição de opções sexuais e o início das relações acontecem. Um misto de curiosidade, prazer, insegurança, muitas dúvidas e ocasional inconsequencia permeiam a vida do adolescente. A difícil relação consigo mesmo e com o mundo. São tantas mudanças, dúvidas, pressões e vontade de se encontrar, que o adolescente pode ficar perdido e assustado, tornando-se inseguro, desenvolvendo baixa auto-estima, inferioridade ou mesmo tomando decisões ruins. Ou pode ir ao outro extremo e achar que sabe e pode tudo, se tornando prepotente, mimado, rebelde e até agressivo. São problemas devidos à formação de identidade, a forma como o adolescente enxerga a sí mesmo, os outros e também seu papel na sociedade. Aceitação: tema central na vida do adolescente. A aceitação sempre foi vital na vida e na história da evolução humana. Ser aceito significa ter segurança, auxílio nas dificuldades, companhia e a chance de encontrar parceiros e ter filhos. É na adolescência que os filhos começam a “sair de baixo das asas” dos pais e seguir o próprio caminho. Ser aceito nessa fase significa ter seu valor reconhecido, ser importante, confiante e capaz de resolver as próprias questões e dirigir sua vida rumo à realizações e conquistas. Não à toa que o adolescente vive uma luta diária para se sentir aceito, reconhecido e valorizado, por sí mesmo, por seus pares e seus pais.
É também uma fase de comparações, julgamentos irracionais e muitas vezes distorcidos. Quem tem os seios maiores, se veste melhor, tem a pele mais bonita, já “pegou” mais menininhas, é mais inteligente ou joga bola melhor...a lista é infinita, os adolescentes julgam e se comparam o tempo inteiro. O engraçado é que ao mesmo tempo que os adolescentes podem contar vantagens, serem cruéis, praticar bullying e agredir emocional ou fisicamente uns aos outros como forma de demonstrar valor, por dentro eles também podem ser extremamente sensíveis e inseguros, ansiando por atenção e aprovação. A preocupação com os estudos e o futuro do adolescente. Os estudos também se tornam um tema de muita atenção, seja para o adolescente, seja para os pais preocupados com o futuro de seu filho(a). Com o passar dos anos e o amadurecimento do intelecto, os estudos se tornam mais complexos, mais exigentes e trazem consigo muitas possibilidades mas também pressões e dificuldades. Existe o lado do adolescente que começa a se questionar porque deve estudar tanto e de que isso importa no final das contas. Aparecem as dificuldades e limitações acadêmicas, muitas vezes auto-impostas e que podem atingir em cheio a auto-estima e senso de valor próprio. Em algum momento chega também a pressão do vestibular. É um momento de muitos questionamentos, dúvidas e inseguranças - “Será que sou bom o bastante para passar? Estou fazendo a escolha certa? Será que vou ter que fazer a mesma coisa pelo resto da vida e serei feliz com isso? E se eu disser para meus pais que quero esperar ou seguir outro caminho?”. - são perguntas que todo adolescente se faz em algum momento.
E existe também o lados dos pais, é claro. Eles se preocupam e só querem o melhor para seus filhos, daí tanta apreensão, conselhos e até mesmo exigências e imposições. Há pais que questionam, cobram, pressionam, exigem boas notas, bons comportamentos, um milhão de cursos que se emendam um no outro… e muitas vezes sufocam e tratam o adolescente como alguém sem opiniões, vontade própria ou juízo. Mas há também aqueles que vêem o filho desperdiçando todo seu potencial e ficam angustiados e desesperados por não terem seus apelos ouvidos pelo adolescente. Eles ficam sobrecarregados e frustrados por não conseguirem ajudar o filho que tanto amam e a quem dedicam tanto carinho. Adolescente: irresponsável ou aventureiro? Outra coisa aparentemente imcompreensível mas tão comum na adolescência são as “más decisões” e riscos imprudentes que os adolescentes tomam. Hoje existe informação disponível sobre tudo e ainda assim é comum os adolescentes se envolverem com drogas, sexo sem proteção, corridas de carro, excesso de álcool, esportes radicais e tantas outras atividades de risco. São situações extremamente delicadas mas que nem sempre precisam ser algo negativo e com consequências permanentemente desastrosas. Quando bem trabalhadas, essas questões podem servir para grande aprendizado, amadurecimento e desenvolvimento pessoal. E assim é a adolescência... Uma época delicada, cheia de contradições, desafios e perigos. Mas também uma época explêndida, repleta de oportunidades para que o adolescente cresça, amadureça e desenvolva plenamente todo seu potencial humano. É uma oportunidade de se preparar para entrar na vida adulta como um ser humano capaz e bem resolvido, preparado para enfrentar o que vier pela frente, buscar aquilo que realmente é importante, que faz sentido e inflama o coração.




Quando adolescentes (ou pais) devem buscar um psicólogo?


A decisão de buscar ajuda psicológica pode partir do adolescente, dos pais ou ainda ser sugerida pela escola, médicos, treinadores ou outros profissionais. Pais geralmente buscam auxílio profissional quando estão preocupados com o bem estar dos filhos ou com a qualidade de sua relação. Os pais se preocupam ao se sentirem incapazes de ajudar quando percebem que os filhos não estão bem, ou quando discordam e até brigam por causa de decisões, comportamentos e atitudes tomadas. O adolescente pode precisar de ajuda porque se sente mal com alguma coisa. Pode ser que se sinta sozinho, incompreendido, diferente, excluído, inferior, não amado....enfim, por diversos problemas de origem emocional. Talvez o adolescente tenha problemas com os pais, não os respeite ou não se sinta respeitado por eles, existe também a questão da diferença de opiniões e aceitação. Problemas na escola, de origem acadêmica, como pressão, problemas de desempenho, dificuldades de aprendizagem e desinteresse. Ou de origem interpessoal como problemas com professores, colegas e casos de isolamento, bullying, ameaças e agressões. É comum adolescentes buscarem auxílio para questões relacionadas à identidade, imagem, personalidade e sexualidade. Eles investem muita energia em descobrir e entender quem são, o que os motiva, como devem se comportar para serem aceitos e como lidar com suas necessidades e preferências sexuais. Mais comum do que gostaríamos de acreditar são os casos envolvendo vícios e compulsões, comportamentos e escolhas destrutivas, e também casos de sexo sem proteção ou abusos que resultam em gravidez ou doenças que fragilizam o adolescente física, emocional e psicologicamente. Resumidamente, adolescentes e seus pais buscam terapia por que desejam:

  • Superar crenças e emoções limitantes e incapacitantes
  • Eliminar as raízes psicológicas por traz de conflitos internos e externos, que causam angústia, sofrimento, deterioram relações, roubam a qualidade de vida e impedem que o adolescente alcance seu pleno desenvolvimento e realização pessoal. .
  • Transformar sentimentos, pensamentos e comportamentos que causam dor, angústia e sofrimento em algo mais construtivo
  • Adquirir autoconhecimento. Buscar, entender e aceitar sua verdadeira identidade, preferências, aptidões, motivações e propósitos.
  • Melhorar o desempenho acadêmico ou se decidir por qual caminho seguir nos estudos e na carreira
  • Busca de caminhos para uma vida plena, gratificante e repleta de significado, satisfação e autorrealização
  • Desenvolver relações consigo mesmo, com a família, amigos e parceiros amorosos de forma que sejam construtivas e fonte de prazer, respeito, sentimento de pertencimento e gratidão.




Quais benefícios os jovens encontram no processo terapêutico?


Essa é uma questão muito pessoal e que varia de indivíduo para indivíduo e das razões pelas quais você busca terapia. De modo geral, os efeitos positivos que mais observo e ouço de meus pacientes são:

  • Aumento da confiança, auto-estima e amor próprio
  • Melhora na comunicação e nas relações familiares
  • Maior compreensão e aceitação de sí mesmo
  • Aumento de compreensão e maior afetividade nas relações com os pais
  • Amadurecimento
  • Abandono ou diminuição de hábitos destrutivos
  • Melhora de quadros como depressão, ansiedade, timidez, insegurança, isolamento e falta de amigos
  • Melhora na qualidade das relações interpessoais
  • Maior motivação, energia e proatividade
  • Melhor direcionamento e aproveitamento de potencial
  • Melhora no desempenho acadêmico
  • Superação de limites, bloqueios e traumas
  • Aperfeiçoamento ou desenvolvimento de novas habilidades
  • Melhora na inteligência emocional
  • Maior capacidade de resiliência para enfrentar desafios, pressões e adversidades
  • Maior nível de autoconhecimento





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Psicólogo de Adolescentes

Marco Antonio Benedicto

CRP 06/64229

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Ligue aora

Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com pós-graduações pela USP, FGV e Academies Australasia, atua como psicólogo clínico desde 2004. 

 

Possui em seu currículo cursos como Clínica Psicológica, Grupos Psicoterapêuticos com Crianças e Adolescentes, Psicologia Integral, Liderança, Administração de RH, Administração de Negócios e Consultoria Empresarial.