Psicoterapia Infantil

As crianças enfrentam muitos desafios emocionais enquanto crescem e acabam acumulando frustrações, inseguranças, medos, crenças limitantes e compreensões errôneas de como o mundo funciona.

 

Porém, diferente dos adultos, elas não sabem se expressar, têm grande dificuldade em se comunicar, de pedir ajuda e até mesmo de compreender que estão com problemas. 

 

A Terapia Infantil é um método que oferece à criança a oportunidade para se conhecer e crescer sob melhores condições. Ela "ajuda seu filho a se ajudar".

 

Através da ludoterapia (abordagem que envolve jogos e brinquedos)  a criança expande seus sentimentos acumulados e pode encontrar meios para um desenvolvimento saudável.

O que é psicoterapia para adolescentes?

A adolescência é um período da vida repleto de mudanças, descobertas, aprendizados e desenvolvimento da identidade. Tais mudanças são sempre acompanhadas de muita incerteza, insegurança e confusão, o que pode fazer com que o adolescente desenvolva atitudes e pensamentos destrutivos e mal direcionados.

A terapia vai trabalhar com a forma como o adolescente age, pensa e se sente em relação a sí mesmo e ao mundo que o cerca. Através desse trabalho é dada ao adolescente a oportunidade de ampliar o entendimento sobre suas dificuldades, desenvolver novas perspectivas e adotar comportamentos mais construtivos.

 

A participação dos pais também acaba sendo de grande importância para a melhora e/ou mudanças do adolescente. Por isso, em intervalos periódicos, o psicólogo conversa com os pais para atualizá-los sobre a evolução do paciente e também orientá-los sobre como contribuir com a evolução e melhora do adolescente.

O que é uma abordagem Dinâmica Breve?

Para trabalhar com os adolescentes, o psicólogo utiliza principalmente conhecimentos e técnicas da Terapia Dinâmica Breve e da Psicologia Humanista.

A Terapia Breve foi desenvolvida como uma alternativa às abordagens tradicionalmente mais demoradas, que analisam todo o histórico psicológico do paciente e cujo longo tratamento desgastavam ou consumiam muitos recursos financeiros. Na Terapia breve o psicólogo é mais prático e objetivo, acelerando resultados e diminuindo consideravelmente a duração do tratamento.

Nesse tipo de terapia o foco é na solução de uma demanda por vez, como por exemplo alguém que quer trabalhar sua auto-estima, melhorar as notas, acabar com as brigas em família, largar um vício ou alguma outra demanda pontual.

Sendo assim, nas sessões de Terapia Breve o psicólogo aborda e analisa apenas os aspectos psicológicos relevantes e aplica as técnicas apropriadas para solucionar da maneira mais rápida e eficaz possível o problema sobre o qual vocês estão trabalhando.

Caso o psicólogo perceba outras questões que necessitem atenção mas não estejam diretamente ligadas ao problema principal, ele as apresenta ao paciente que pode então decidir por abordá-las ou deixar para um momento mais adequado às suas expectativas e necessidades.

O que é uma abordagem Dinâmica Breve?

Para trabalhar com os adolescentes, o psicólogo utiliza principalmente conhecimentos e técnicas da Terapia Dinâmica Breve e da Psicologia Humanista.

A Terapia Breve foi desenvolvida como uma alternativa às abordagens tradicionalmente mais demoradas, que analisam todo o histórico psicológico do paciente e cujo longo tratamento desgastavam ou consumiam muitos recursos financeiros. Na Terapia breve o psicólogo é mais prático e objetivo, acelerando resultados e diminuindo consideravelmente a duração do tratamento.

Nesse tipo de terapia o foco é na solução de uma demanda por vez, como por exemplo alguém que quer trabalhar sua auto-estima, melhorar as notas, acabar com as brigas em família, largar um vício ou alguma outra demanda pontual.

Sendo assim, nas sessões de Terapia Breve o psicólogo aborda e analisa apenas os aspectos psicológicos relevantes e aplica as técnicas apropriadas para solucionar da maneira mais rápida e eficaz possível o problema sobre o qual vocês estão trabalhando.

Caso o psicólogo perceba outras questões que necessitem atenção mas não estejam diretamente ligadas ao problema principal, ele as apresenta ao paciente que pode então decidir por abordá-las ou deixar para um momento mais adequado às suas expectativas e necessidades.